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Outros super-heróis que ajudam o álcool na batalha contra o coronavírus na limpeza dos ambientes

Escrito por  Redação

17/04/2020 às 08:38

5 minutos

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Confira dicas de produtos e modos de usá-los para proteger contra vírus e bactérias

Os hábitos de higiene pessoal e cuidados com os ambientes com certeza intensificarão muito após a pandemia da COVID-19. A doença chegou deixando a lição de que o uso do álcool, principalmente, é extremamente eficaz para ajudar no combate à vírus e bactérias. Se antes o frasco de álcool gel ficava esquecido em gavetas e armários pouco usados da casa ou no console do carro, agora ele entra para o grupo dos “acessórios” que não sairão mais da bolsa, da mesa de trabalho e até dos espaços mais visíveis da casa.

Assim que explodiu a pandemia no Brasil, a falta do álcool gel 70% foi grande, mas pouco a pouco a produção é retomada e as pessoas estão conseguindo ter em mãos esse aliado importante. O álcool gel 70% é excelente para os cuidados pessoais, junto com o maior protagonistas dos produtos, o sabão. Lavar as mãos com sabão estando em casa e usar o álcool gel quando estamos na rua é a orientação primordial dada pelos médicos infectologistas.

E quando se trata da limpeza dos ambientes?
Muitos especialistas repercutem que a durabilidade de um vírus fora do corpo humano é entre 6h e 24h, dependendo da temperatura. Por isso, a importância de manter diversos tipos de superfícies ao máximo higienizadas, principalmente em situações como a do coronavírus. Para ajudar o álcool líquido com concentrações entre 60% e 80% e deixar os ambientes limpinhos e protegidos do vírus, incluindo pisos, peças sanitárias, maçanetas de portas, vidros e outros, estão a água sanitária, desinfetantes em geral que possuem agendes bactericidas, limpadores multiuso com álcool, limpadores multiuso com cloro, além do detergente e sabão. “Todos que possuem substâncias como cloro e hipoclorito são muito bons na proteção contra o vírus”, destaca o infectologista da USCS (Universidade de São Caetano do Sul), Fabio Leal.

A lavagem das mãos e a limpeza de superfícies e objetos de uso constante ajudam a encurtar a vida do vírus. Estudos da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, por exemplo, apontam que em materiais plásticos e metal inoxidáveis o coronavírus pode sobreviver por até 72 horas. Em papelão, pode durar até 24 horas.

Dicas que fazem a diferença
A empresária Iderli Alonso, da distribuidora de produtos de limpeza Novalimp, dá algumas dicas práticas para melhor aproveitamento desses produtos. “Para um bom efeito do desinfetante, por exemplo, é importante não fazer a diluição em água, pois, quando feita, o produto deixar de ser bactericida, que mata e protege contra microorganismos, passando a ser bacteriostático, que apesar de não deixar que novos vírus se instalem em uma superfície, ele não ilumina mais os já existentes”, detalha a profissional. Outra dica legal diz respeito ao rendimento do produto, que pode ser aplicado com o uso do pulverizador ou borrifador, evitando o desperdício e tornando a aplicação mais eficiente, pois atinge toda a superfície, diferentemente de quando somente se joga o produto. Favorecer a entrada da luz do Sol e a ventilação natural nos ambientes também ajudam no combate às contaminações.

Os infectologistas orientam que, se possível, evitar deixar toalhas de pano ou plástico nas mesas, pois elas podem elas ser hospedeiras do vírus. O mais indicado é deixar sem nada e de vez em quando limpar a mesa com álcool.


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